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Se é a força do hábito o que te habita, o que te enforca, o que te inibe e sufoca, chute o balde, caia fora, desnude sua alma aqui e agora, viva outra vida: tua vida, tua vontade, viva a verdade desconhecida, o amanhecer inédito de cada dia… [ler mais]
Daniel Lisboa Soares
em 07/03/2008
Tenho sede. Sede de você. Da sua boca na minha. Da sua mão desvendando meus caminhos e abrindo portas adormecidas. Sinto falta dos seus olhos fixos nos meus buscando me enxergar por inteiro, ou apenas decorar meus traços. Se você não está o mundo parece menor e meus sonhos parecem menores. Quero ter você aqui perto de mim, dentro de mim, em cima de mim. Me deixando sem folego, sem voz, com o calor que sobe e me faz pingar... de amar. Tenho sede e não há outra coisa para saciá-la.....onde você... [ler mais]
Ponto G
em 29/03/2010
Possivelmente o mundo é o que é... Gosto de pisar no chão e sentir a firmeza do solo. Gosto de passar o pé na grama e sentir a textura do roçar. Ainda posso caminhar e me deixar levar. Contudo tenho a convicção de que sou eu que estou fazendo este caminho. Não descarto a dúvida, porém... Existe algo muito maior do que isto que vemos ou sentimos. Não faria sentido existir o finito. O fim. A finitude que alguns pregam. Talvez eu deixasse de ser ansiosa ou sonhadora se acreditasse que só existe ... [ler mais]
Ponto G
em 23/03/2010
Hoje inicío minha participação num novo blog.Se renova a esperança de fazer literatura, a vontade de ser lido, e de por que não: compreendido. Escrevo em primeiro lugar por prazer , é claro. Em segundo por vaidade intelectual, e em terceiro, não devo mentir, para ser reconhecido. O ser humano tem seus anseios, sonhos, e certamente vale a pena correr atrás, mesmo que eu esteja sempre na poeira desse carro que corre veloz na minha frente. Mesmo assim caros amigos me sinto feliz desse jeito, na... [ler mais]
Everton santos
em 14/05/2009
Alguma coisa em algum lugar em alguma hora vai se quebrar De um buraco no céu descerão hostes e hordas de sons que envolverão toda a terra na cacofonia orquestrada das milmáquinas de escrever tocando as campainhas de fim da linha. Velho. Muito velho. Quase aceitando, quase cuidando unicamente dos unicórnios e dos jacalopes Das frontes agonia/êxtase sairão todo tipo de passados e futuros que puderam ter sido mas não foram. E não precisarão de resgate, Benjamim, pois a inutilidade de tudo é que... [ler mais]
Cochise césar
em 29/01/2009
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