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Nascemos, pequenos, nús, sem dinheiro, sem saber por que ou para quê. Somos literalmente jogados na vida sem lenço e documento, com apenas uma certeza; que da mesma maneira louca que viemos ao mundo podemos ir embora, sem data ou hora, nós e todos ao nosso redor, sem privilégio aparente algum. E o que fazer com esse tempo? Simples... a gente escolhe. A gente escolhe amar, a gente escolhe ser feliz, a gente escolhe reclamar, a gente escolhe dizer não, a gente escolhe dizer sim.... a gente esco... [ler mais]
Ana Flávia Corujo
em 23/12/2007
O silêncio oculto Arrebate meus pensamentos, Para os mais reconditos e Infinito, do meu ser, Que vaga inerte em sonhos brilhantes. Meu livre pensar, Torna-me um alado feliz. Contemplo do alto O magistral mistério da criação. Aos poucos, Minhas palpebras Vão se fechando e Um sonho Confere ao outro Um místico de Verdade e amor. A maravilha da vida, Contemplada e, Sendo posto diante de mim Pelo devanêios da noite Que acolhe Em meu leito Um sono de anjo. [ler mais]
Telmo Lemos
em 06/12/2007
O silêncio oculto Arrebate meus pensamentos, Para os mais reconditos e Infinito, do meu ser, Que vaga inerte em sonhos brilhantes. Meu livre pensar, Torna-me um alado feliz. Contemplo do alto O magistral mistério da criação. Aos poucos, Minhas palpebras Vão se fechando e Um sonho Confere ao outro Um místico de Verdade e amor. A maravilha da vida, Contemplada e, Sendo posto diante de mim Pelo devanêios da noite Que acolhe Em meu leito Um sono de anjo. [ler mais]
Telmo Lemos
em 06/12/2007
O silêncio oculto Arrebate meus pensamentos, Para os mais reconditos e Infinito, do meu ser, Que vaga inerte em sonhos brilhantes. Meu livre pensar, Torna-me um alado feliz. Contemplo do alto O magistral mistério da criação. Aos poucos, Minhas palpebras Vão se fechando e Um sonho Confere ao outro Um místico de Verdade e amor. A maravilha da vida, Contemplada e, Sendo posto diante de mim Pelo devanêios da noite Que acolhe Em meu leito Um sono de anjo. [ler mais]
Telmo Lemos
em 06/12/2007
“Processador Central” Por Marco Antônio de Araújo Bueno Fui chamada às pressas ao pequeno apartamento de Liza. Era madrugada alta, tempo chuvoso. Mas, faminta apenas, ocupava-me em juntar condimentos leves à mistura das refeições do dia e escutava Ginastera, a “Variação canônica para oboé e fagote”; relíquia recuperada pelo meu ócio resignado desses últimos anos. Os 2:31 minutos que levava à r... [ler mais]
Marco Antônio de Araújo Bueno
em 06/12/2007
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