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HISTÓRIA DO HINO NACIONAL BRASILEIRO - FATOS INTERESSANTES NEM SEMPRE DIVULGADOS

Segundo o Prof. Alvacyr Pedrinha, “o Hino Nacional de cada povo expressa, em todas as suas gamas, o modo de ser da psique coletiva de sua gente. A identificação do povo com o Hino é mais do que necessária para que, ao ouvi-lo ou cantá-lo, se possa sentir ser ele, realmente, o porta-voz da nação, da alma do povo.” Apesar de ser repleta de fatos interessantes, a história do Hino Nacional Brasileiro não é nada divulgada. Normalmente se limita a uma breve referência aos autores da letra e da músi... [ler mais]

BAILANDO COM A MENTE...

Ontem, brincando com lembranças, imagens de um Liszt espirituoso acabou por tomar todos os meus pensamentos e, como consequência, em um impulso, aquí estou... Neste bailado de memórias, entrei na máquina do tempo e, de repente me senti com os meus dezesseis ou dezessete anos, época em que, orgulhosamente, a minha mãe oferecia a todos os visitantes, como brinde e oferta da casa, a minha execução ao piano da famosa Rapsódia Húngara nº 02 de Liszt. Que tempo lindo! Tínhamos aulas de piano com um... [ler mais]

BEBÊ DE SONHOS

Emocionada, Dancei ao som da brisa suave Que foi a notícia da sua chegada... Encantada, Assisti o seu bailar mágico No ventre da sua mamãe... Serena, Ao saber do quanto Já é amado, querido e esperado... Agradecida, Pelo privilégio de ser vovó E mais uma vez vivenciar o milagre da vida... Sensibilizada, Com a minha audácia De, por você, me sentir poeta. [ler mais]

Carolina

A noite cai silenciosa, fria, crua e enlutada. Carolina na estrada, segue desatenta e penumbrada... Alguem sequer a seguiu, alias, nao ha ninguem que a queira seguir. Ela partiu de la esperando que uma sombra de desespero a seguisse e a impedisse de partir dali, assim, desfalecida dentro da certeza perdida, de que ele a entenderia. Nao a entendeu, e nao a viu na sua deslumbrada atitude em quere-lo para alem de carnes em gozos noturnos... diurnos... Mas ela talvez quisesse o incompreensivel, e... [ler mais]

O Velho

Vou rompendo vida em frente Enquanto rompe-me o rubor do tempo Vai vertendo a água infinita Em doses invisíveis vagarosas...   Mergulho fundo em fundo pranto Quando me ardem as juntas causticadas A visão que falha ofende a alma Acorrentada nas fraquezas da idade   Odeio em progressão aritmética o espelho E me apego em aritmética, literatura e ciência, Enquanto perco a consciência do passado e do presente   Já não sei se amanhã acordo E tampouco os motivos pelos quais escrevo... [ler mais]

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