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Ninguém nos ensina como usa-los; Aparecem e desaparecem; Trocamos ou abandonamos; Hora escolhemos; Hora somos escolhidos ; Certo ou errado, eles estarão lá; Tropeços e acertos serão comuns; Certeza de mais caminho; Os difíceis, serão malandros e bonitos; Os fáceis, serão insanos e curtos; Todos jamais serão esquecidos; Sempre desfrutar o odor; Jamais parar; Os objetivos, individuais; Ajudar e ajuda serão indispensáveis; Refaze-los impossível; Descansar muito rapidamente; Dividir somente os m... [ler mais]
Fernando Daux Medeiros
em 02/08/2007
Quamdo pensou que já podia acordar e sonhar sonhou com balburdia... E aquela outra boca silenciosamente audível, do outro lado do mundo Para muito além de todo o seu resumido mundo, Disse, categoricamente: "Agora cale a boca". E ela, (des)obedecendo, Sentenciou-se, Silenciou-se E escreveu. [ler mais]
Anna Lee
em 01/08/2007
III E assim, Esse amor impróprio para os teus dias Havia transformado uma transição Num sonho titânico A cuspir egoísmo em brasas A vociferar em ventanias, suas vitórias e derrotas, A dardejar com gelo a razão A inundar de lástimas o que me sobrasse de estima. Mas o sonho foi castrado Por sua carga fantástica, aquém da realidade. A realidade que trazíamos nas palavras Reduzindo o sonho a pó. Reduzindo-me o amor a pó. Reduzindo-me ao igual que sou. Tuas p... [ler mais]
Anna Lee
em 01/08/2007
Depois da noite em que se quebraram os sonhos Senti que uma sombra decepcionada Seguia-me onde quer que eu fosse Como a me acusar covardia Ignorando motivos... É tão fácil, até mesmo para uma sombra... O simples julgar. A minha fronte não olhava mais em frente Nem tampouco de frente, era curvada ao chão Como que a acompanhar um cortejo fúnebre de mim mesma. Oh. Meu doce e inconcebível anjo, Não me leve a mal Há de tudo passar, é apenas um choro; E daí, estas palavras pesadas... Como flores se... [ler mais]
Anna Lee
em 31/07/2007
David fechou os olhos, esperando a heroína fazer efeito. Não sabia porque ainda tentava, mas após tantos anos não tinha mais nada a perder. Seu corpo sempre tivera uma enorme tolerância às drogas e a vida seguia uma saúde tediosa. Ele tinha experimentado maconha pela primeira vez aos doze anos, sem sucesso. Atravessou toda a adolescência tentando se enturmar nas rodas de fumo, mas nunca passou de mais do que risadas e abusos fingidos. O máximo que a maconha lhe dava era sono e imp... [ler mais]
Nano Souza
em 31/07/2007
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