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Acabe hoje mesmo com o seu estresse, não leve a vida tão a sério, não se preocupe com os seus próprios problemas ou com os do mundo inteiro. Essas são as sugestões que os livros de auto-ajuda nos oferecem. Como resolveremos, no entanto, as situações mais delicadas se pensarmos que a vida é como uma grande brincadeira de criança? Viver sem preocupações é ótimo. Pense na sua infância quando você acordada, brincava, dormia, num ciclo repetitivo, mas que não era considerado enjoativo por nós. Ago... [ler mais]
Patrícia Ziomkowski
em 23/07/2007
Gostaria de lhes apresentar o meu mundo. Um mundo não tão diferente do seu. Apenas com peculiaridades que não existem no seu modo de ver as coisas. No meu mundo as pessoas não falam, elas transmitem. No meu mundo não há olhos, há absorção. No meu mundo os cãezinhos são reis e os homens escravos. Nada no meu mundo é cinza, tudo é preto e branco. Se o coração se quebra, luzes de emergência saltam dos olhos. Se a alma se inunda de alegria os lábios se tornam vírus e se propagam por aí. Se a sa... [ler mais]
Andreza Tibana
em 15/06/2007
... eles estão preparando uma revolução de poesias ! A revolução dos poetas! E vou te dizer uma coisa, as porções de encantos que eles teem são incomparaveis. O encantado - É mesmo!? E que tipo de porções são essas? A amiga - Queres mesmo saber ? O encantado - Sim! gosto de confrontar o meu insuperavel poder de encantamento com essas novidades que os aventureiros costuma trazer para leito dos encantados. Que porções de sexto sentido são essas? A amiga - Poesias, majestoso encantado! O encanta... [ler mais]
Nosli Nelc "O LENDOLOGO"
em 03/06/2008
Sopra vento a poeira, o que não mais me importa. Não passam de grãos de areia numa praia morta. Eu não amo grãos de areia… Sopra vento o que não amo, não me interessam nomes. Não passam de grãos de areia, ainda que se chamem Homens. Meu coração é feito de areia… Sopra vento quem te chama, como todos os demais. Não passo de um grão de areia, e aqui há areia demais. Sopra vento toda essa areia… [ler mais]
Daniel Lisboa Soares
em 03/03/2008
Sim, disse ele, as duas pedras que carrego são jóias. A primeira, completou, é límpida, calma e redentora. A segunda, mormurou, é polida, vermelha e fadada. Então, eu disse, faremos escambo. Da primeira carrego a pureza e a calma. E, como sou poeta, cabe a mim o fado da segunda. Certo, disse ela, carregarei seu destino na lida diária. E a pureza, nos sons e palavras. Sou ourives, e delas extraí o maior dos pendantes: vida. Minhas narinas encheram-se. Suporto, agora, o peso do meu diaf... [ler mais]
Leandro Kalium
em 18/10/2007
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