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meu cú é anônimo, anônima a masturbação. o pinto, a pinta na barriga: anônimos... meleca de nariz, sujeira no ouvido, defecação... inveja anônima, perversão ilimitada anônima, vícios diversos anônimos... espelho cego, pontos de fuga rascunhos, anônimos... anônimo é só um pseudônimo que uso pra não ser reconhecido quando quero ser igual a todos... [ler mais]
Daniel Lisboa Soares
em 02/06/2008
poesia curta, poesia grossa, poesia como a vida, lata de comida que se enfia goela a baixo... sempre é agora, a hora de mudar o cardápio! [ler mais]
Daniel Lisboa Soares
em 02/06/2008
Da varanda, Em sua cadeira de balanço, Ouvindo na estação da rádio Difusora As músicas sertanejas elevando O amor à altura dos calipeiros... Via-se lá longe as luzes do progresso Que se aproximavam, dia após dia, noite após noite, inexoravelmente, Nas companhias, a conversa do novo, dos lançamentos da moda, Dos novos maquinários, das novas sementes, Na mão os calos pelo cabo da enxada Na pele queimada, o ardor do sol A prosa misturada ao velho do passado, Dos amigos que se foram, das doenças ... [ler mais]
Robertson Luiz Buse
em 14/04/2008
O que seria de nosso futuro se não tivéssemos uma caixa de sapatos, para guardarmos o nosso passado? Moro em Joinville (SC), uma cidade em que chove muito e por isso as belezas naturais são impressionantemente verdes nas brotações e esplendorosamente coloridas nas florações. Nos domingos de chuva, em que as horas arrastam-se preguiçosamente, acostumamos o olhar através das janelas embaçadas para fora de nossas casas e para dentro de nossas vidas e nossos corações, em reparos e acertos. Invent... [ler mais]
Robertson Luiz Buse
em 14/04/2008
Sou um mal sucedido, não tenhu nada do que quero, digno de dó, acostumado a ver de longe quem venero... Sou um perdedor nato, um invejoso em potencial, sem qualquer atributo físico, ou mesmo material... Não tenho sorte, talento, nem nada de especial; sou mais um infeliz vivente, apenas um reles mortal... Sem personalidade, ou mesmo um perfil austero, sem motivação para a vida, apenas a morte espero... Vendo o relógio parado acertar duas vezes ao dia, Fazendo minha incapacidade inata transpare... [ler mais]
Clayton Werley
em 04/04/2008
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