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Incoerências noturnas
Dois, três, quatro guimbas de cigarro no chão, deitado de costas no carpete, ventilador rodando no teto, quinto cigarro em uma das mãos, uma fotografia amassada na outra. Ela demora muito no banho, custa a sair, deve estar chorando no chuveiro. Acende-se um sexto cigarro. Há dois anos atrás ela fumava, hoje, ioga, não suporta o cheiro. Ele pensa em levantar de uma vez para arrumar as coisas mas não consegue, talvez no décimo cigarro, ou, então, se ela sair do banheiro ainda exista uma segunda chance...
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muito bom!
\o
cheguei agora e fui super bem recebido. otimo texto
Adorei seu texto!! mesmo!
Fabio,
Começei um conto, e no segundo cigarro, um pranto tonto molhou a brasa... Outro cigarro...
depois ti conto.