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Tac... Certa vez eu te disse que o tempo não passa... O tempo já passou... Agora digo que meu tempo está parado, Só haverá "tic tac", quando você voltar! Tic... [ler mais]
Flávio Silva Machado
em 04/07/2007
1 D. Marta sabe que o marido além de ser operário da fábrica de papel, a Minerva, nas proximidades, é também um “pistoleiro de contratos”, que de vez em quando, manda um vivente deste para o outro mundo. Claro que ela sabe, sempre soube. Quando o vê sem dar uma palavra, a cara fechada, o ar de ausente, os movimentos muito calmos, como se os medisse, num autocontrole, o olhar perdido... Alguém será encontrado no outro dia no descanso eterno. Agora mesmo ele saiu. Sem nada dizer. Vestido de b... [ler mais]
Paulo Murilo Carneiro Valença
em 28/08/2010
Mas foi ontem, eu nem percebi, quando vi ele já estava em cima do armário Que perigo criançå é fogo menina se é....Obra lá em casa, sabe? É pedra, cimento, areia, ferro mas já chamei um mestre de obras que é foda indicado pelo meu cumpadre...As mina não aguenta cara. Eu só chego com minha Pick-up lá no baile do amarelinho pego quantas quiser até duas juntas já rolou: tudo cachorra...ei não esquece o troco cê me deu dois vale, tem 50 centavos de troco...toma aqui um pedaço de bolo é o aniversá... [ler mais]
Mauro Amaral
em 29/05/2007
Filme de 1994, dirigido por Michael Radford, numa produção ítalo-francesa, cuja trilha sonora de Luis Enrique Bacalov foi premiada com o Oscar. É baseado no livro homônimo de Antonio Skármeta, que fala de uma parte da vida do poeta chileno Pablo Neruda (1904-1973), prêmio Nobel de Literatura no ano de 1971. É mais do que um filme. É poesia. Pablo Neruda (Philippe Noiret) poeta, mas também comunista e ativista político é exilado na bela ilha italiana de Cali di Sott... [ler mais]
ivete tôrres
em 28/08/2010
Meu amor já foi Aroeira-brava Sólido e rígido e teimoso... Tanto contra o vento lutava Que quebrou de tão orgulhoso Meu amor já foi Flor do Cerrado Colorido e suntuoso e exuberante... De tanto que era delicado Foi pisoteado por uma manada errante Hoje meu amor é Junco-dágua Que se curva pro vento E se esconde dentro dum rio [ler mais]
Flávio Silva Machado
em 04/07/2007
851 escritores
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